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Diário da torre

19/11/2025

Mais um dia sob o olhar vigilante do vigia.  Acordar ouvindo a mesma música que tocava na rua da minha casa durante a infância é muito engraçado e traz uma sensação gostosa de nostalgia. Porém, hoje enfrento a parte mais difícil de escrever um livro: o final. Despedir-se dos personagens aos quais criei apego e definir um desfecho para eles, seja um final aberto ou fechado, explicar cada ponto que ficou solto na história e revisar tudo diversas vezes. Mesmo escrevendo cerca de

Diário da TorreDia

Dia 13/11/2025. Acordei às 5h30 da manhã, convencido de que estava sozinho no quarto, mas a chuva era minha única companheira. Sempre tento levantar cedo, porém o sono insiste em me perseguir. Muitas vezes, acabo voltando a dormir e só acordo por volta das 10h30. Hoje, segui minha rotina: escrevi um pouco pela manhã, limpei a casa e, após o almoço, retomei a escrita. O dia foi produtivo. Dediquei algumas horas seguidas à escrita, finalizando uma cena de luta entre dois person

Diário da Torre

14/11/2025 Trabalhar até tarde nem sempre é ideal. No dia seguinte, o cansaço drena a energia, deixando pouco ânimo para as tarefas. Mesmo assim, a rotina exige que sigamos escrevendo, dia após dia. Minha meta é produzir 20 páginas diárias, mas hoje, para me dedicar mais ao site e às redes sociais, finalizei apenas 15 páginas. Escrevi com entusiasmo, motivado pelo desejo de concluir o livro atual e iniciar o próximo. No entanto, ao me aproximar do fim da história, sinto uma p

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